Grupo empresarial Carrinho assina acordo com Porto e CFB

Grupo empresarial Carrinho assina acordo com Porto e CFB

Grupo empresarial Carrinho assina acordo com Porto e CFB
Lobito - O grupo Carrinho assinou esta sexta-feira um acordo com o Porto do Lobito e o Caminho de Ferro de Benguela (CFB), nesta cidade, para dinamização do transporte de carga através das infra-estruturas destas empresas, soube a Angop.

De acordo com o Administrador para a área financeira da Carrinho, Samuel Candundo, há previsões de movimentar cerca de dois milhões de toneladas de mercadorias diversas por ano, quando as unidades fabris do grupo estiverem a trabalhar em pleno.

Referindo-se aos investimentos relacionados com o movimento de carga, o administrador adiantou que na primeira semana deste mês de Novembro deu-se início a construção de um ramal que vai ligar o complexo industrial do grupo, em Benguela, à linha do caminho-de-ferro, para facilitar a transportação de mercadorias do Porto para as fábricas do grupo e vice-versa.“Este ramal terá uma de extensão de 750 metros e será concluído em 90 dias”, garantiu o administrador.

Ainda no âmbito dos investimentos, Samuel Candundo anunciou que está previsto a aquisição de 100 vagões para engrossar o lote de equipamentos a serem utilizados na transportação das mercadorias.Para o Presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Agostinho Felizardo, esta é uma oportunidade de restabelecer a regularidade no movimento de carga e consequentemente a arrecadação de receitas para a empresa portuária.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração do CFB, Luís Teixeira,  também manifestou a sua satisfação na medida em que o facto  vai aumentar as opções no movimento de carga, já que se pretende chegar até ao Luau, província do Moxico, onde termina a extensão da linha férrea.

Com um total de 17 fábricas de produtos diversos, o grupo Carrinho conta até ao momento com cerca de 1000 trabalhadores e prevê atingir os 2.500 funcionários quando atingir a sua plenitude durante as operações.

Fonte: Angop




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