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	<title><![CDATA[Artigos de Opinião]]></title>
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	<description><![CDATA[Articles on category Artigos de Opinião]]></description>
	<copyright><![CDATA[Copyright 2026, Destination Benguela]]></copyright>
	<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 23:01:56 +0000</pubDate>
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		<title><![CDATA[Artigos de Opinião]]></title>
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		<title><![CDATA[Benguela: the time has come to decide which province we want to be]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles12/BenguelachegouaHorade3_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>Between the memory of the city of backyards and the urgency of building a true tourism strategy, Benguela needs to look again at its potential.  There was a time when Benguela was known as the city of backyards. The houses breathed, the</p><strong>Artigo de opinião por:</strong> Jorge Nunes<br>

<h1>Benguela: chegou a hora de decidir que província queremos ser</h1>

<strong>Entre a memória da cidade dos quintais e a urgência de construir uma verdadeira estratégia turística, Benguela precisa de voltar a olhar para o seu potencial.</strong><br>

Houve um tempo em que Benguela era conhecida como a cidade dos quintais. As casas respiravam, os jardins faziam parte da paisagem e as árvores ajudavam a definir a identidade da cidade. Havia também as famosas acácias rubras que, quando floriam, transformavam ruas inteiras num cenário de beleza difícil de esquecer.<br>

Hoje, basta percorrer a cidade para perceber que muito dessa identidade se perdeu.<br>

Os quintais desapareceram, as acácias são cada vez menos e, ano após ano, assistimos a podas realizadas sem qualquer visão urbanística, deixando ruas despidas de sombra precisamente quando mais precisamos dela. As árvores deixaram de ser encaradas como património urbano para passarem a ser vistas apenas como um obstáculo.<br>

<p><br></p>Mas esta reflexão não é apenas sobre árvores.<br>

<strong>É sobre turismo. É sobre desenvolvimento. É sobre futuro.</strong><br><br>

<h3><strong>Benguela tem uma responsabilidade turística</strong></h3><br>

Benguela é, depois de Luanda, a província com maior capacidade hoteleira de Angola. Concentra dezenas de unidades hoteleiras, centenas de quartos e reúne condições naturais que muitos destinos internacionais gostariam de possuir.<br>

Esta realidade deveria representar uma enorme responsabilidade.<br>

Porque uma província com esta capacidade não pode continuar sem uma estratégia turística consistente.<br>

Quando cheguei a Angola, em 2009, Benguela vivia um período de transformação. Recuperavam-se passeios, asfaltavam-se ruas, existia uma dinâmica de crescimento e, acima de tudo, sentia-se que havia diálogo entre o Executivo e os empresários. O setor privado era ouvido e participava na construção da província.<br>

Hoje, essa dinâmica praticamente desapareceu.<br><br>

<h3><strong>O que mudou verdadeiramente no turismo de Benguela entre 2009 e 2026?</strong></h3><br>

A resposta, infelizmente, é simples.<br>

<strong>Muito pouco.</strong><br>

O produto turístico continua praticamente o mesmo. Os mesmos locais, os mesmos problemas, a mesma ausência de inovação e a mesma falta de uma estratégia integrada.<br><br>

<h3><strong>A Restinga perdeu capacidade de atração</strong></h3><br>

A Restinga, que durante muitos anos foi um dos grandes cartões de visita da província, perdeu capacidade de atrair visitantes. O número de pessoas que ali procuram lazer diminuiu, a dinâmica comercial enfraqueceu e a renovação que tantas vezes foi prometida continua por acontecer.<br>

Hoje, a Restinga já não representa, para muitos visitantes, o espaço turístico, comercial e de lazer que representou no passado.<br>

Não basta ter mar, praia e uma paisagem privilegiada. É necessário criar experiências, cuidar do espaço público, garantir segurança, limpeza, animação, restauração e serviços capazes de levar as pessoas a permanecer no local.<br><br>

<h3><strong>A Praia Morena deixou de ser convidativa</strong></h3><br>

A Praia Morena, um dos espaços mais emblemáticos da cidade, deixou de proporcionar aquilo que qualquer destino costeiro deveria oferecer: espaços agradáveis para tomar um café, restaurantes de qualidade junto ao mar, zonas de sombra, áreas de permanência e condições para apreciar um dos mais belos pores-do-sol de Angola.<br>

Não temos um espaço verdadeiramente convidativo onde uma família, um visitante ou um turista possa sentar-se, descansar, beber um café, fazer uma refeição e apreciar o mar com conforto.<br>

<p><br></p>Temos a paisagem, temos a localização e temos o potencial.<br>

<strong>O que não temos é uma estratégia para aproveitar tudo isso.</strong><br>

<p><br></p>
<h3><strong>A Baía Azul resiste graças à comunidade</strong></h3><br>

A Baía Azul, considerada por muitos uma das praias mais bonitas do país, sobrevive sobretudo graças ao esforço e à dedicação da comissão de moradores e da comunidade local.<br>

Sem esse trabalho voluntário e sem o empenho de quem vive naquela zona, dificilmente se manteria o nível mínimo de organização que ainda hoje apresenta.<br>

Uma praia com a importância turística da Baía Azul não pode depender quase exclusivamente da boa vontade dos moradores para assegurar limpeza, organização e preservação.<br>

É necessário um plano próprio, com responsabilidades definidas, regras de ocupação, gestão de resíduos, fiscalização, segurança, animação turística e valorização dos investimentos já existentes.<br><br>

<h3><strong>Grandes anúncios, poucos resultados</strong></h3><br>

Enquanto isso, continuam a surgir anúncios de grandes projetos.<br>

Em 2013 falou-se da construção de uma cidade na Baía dos Elefantes.<br>

Passaram mais de dez anos.<br><br>

<h4>Onde estão os empregos prometidos?</h4>

<h4>Onde estão os investimentos capazes de transformar aquela zona?</h4><br>

Pouco foi construído, poucos postos de trabalho foram criados e o impacto real na economia regional continua por demonstrar.<br>

<p><br></p>Mais recentemente surgiu o anúncio da futura cidade turística da Praia da Lua.<br>

Naturalmente, todos desejamos que esse projeto tenha sucesso.<br>

Mas também aprendemos que anúncios não criam emprego, não aumentam o número de visitantes nem resolvem os problemas que existem hoje.<br>

Talvez daqui a dez ou quinze anos estes projetos apresentem resultados e demonstrem que esta preocupação estava errada.<p><br></p>Mas, até lá, as empresas precisam de pagar impostos, os trabalhadores precisam de rendimento e os jovens precisam de oportunidades.<br>

Os jovens que hoje procuram o primeiro emprego já não serão jovens daqui a quinze anos.<br>

As empresas que hoje atravessam dificuldades podem já não existir quando esses grandes investimentos começarem a produzir resultados.<br>
<ul>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>As empresas precisam de clientes hoje.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>As famílias precisam de rendimento hoje.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>A província precisa de resultados hoje.</strong></li>
</ul>





<p><br></p>
<h3><strong>Estamos a deixar degradar aquilo que já temos</strong></h3> <br>

Talvez o maior problema seja precisamente esse.<br>

Continuamos a falar de grandes projetos para o futuro enquanto deixamos degradar aquilo que já temos.<br>
<ul>
    <li style="margin-left: 60px;">

        <strong>Não estamos a criar cultura turística.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Não estamos a valorizar suficientemente o espaço público.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Não estamos a formar jovens para responder às necessidades reais do setor.</strong></li>
</ul>

Continuamos a promover formações sem estratégia, sem ligação efetiva às empresas e sem uma compreensão clara das necessidades do mercado de trabalho.<br>

Os jovens terminam muitas dessas formações sem experiência prática, sem acompanhamento e sem verdadeiras oportunidades de integração profissional.<br>

Formar apenas para apresentar números não é desenvolver o turismo.<p><br></p><strong>Formar deve significar preparar pessoas para trabalhar, criar negócios, prestar bons serviços e contribuir para a economia.<p><br></p></strong><br>

<h3><strong>Benguela está a perder protagonismo</strong></h3><br>

Ao mesmo tempo, Benguela parece ter perdido protagonismo nas prioridades nacionais do turismo.<br>

Hoje fala-se da Huíla, fala-se do Namibe, anunciam-se investimentos e estratégias para outras regiões, enquanto Benguela vai ficando para trás, apesar de continuar a reunir algumas das melhores condições naturais, hoteleiras e infraestruturais do país.<br>

Numa altura em que se discute o futuro do Aeroporto Paulo Teixeira Jorge e em que foi apresentado um plano de ação capaz de criar uma nova dinâmica para Benguela e para toda a região Sul, é legítimo perguntar por que razão a província continua sem uma posição mais forte na estratégia turística nacional.<br><br>

<h3><strong>Será que vamos passar a chamar Benguela de “Benguela Velha”?</strong></h3><br>

Uma província que vive apenas da memória do que já foi corre o risco de deixar de construir aquilo que ainda pode ser.<br>

Benguela não pode transformar-se num destino conhecido apenas pelas histórias do passado, pelas praias que já foram mais frequentadas, pelos espaços que já tiveram vida e pelas oportunidades que nunca chegaram a concretizar-se.<p><br></p>
<br>

<h3>Não precisamos apenas de dinheiro</h3><br>

Perante este cenário, talvez seja altura de deixarmos de discutir apenas grandes investimentos e começarmos a trabalhar em soluções realistas.<br>

<p><br></p><strong>Não precisamos necessariamente de milhões para iniciar uma transformação.</strong><br>
<ul>
    <li style="margin-left: 60px;">

        <strong>Precisamos de organização.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Precisamos de liderança.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Precisamos de diálogo.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Precisamos de responsabilidades definidas.</strong></li>
    <li style="margin-left: 60px;"><strong>

            Precisamos de estratégia.</strong></li>
</ul>

Muitas das ações necessárias podem começar com melhor gestão, organização do espaço público, envolvimento das empresas, fiscalização, comunicação, criação de pequenos eventos e valorização dos recursos existentes.<p><br></p><br>

<h3><strong>Três planos de ação para começar</strong></h3><br>

Talvez tenha chegado o momento de desenvolver três planos de ação simples, objetivos, realistas e exequíveis.<br>

<h3><strong>Um plano de ação para a Restinga</strong></h3>

Um plano que defina o modelo de desenvolvimento turístico e comercial da zona, organize os espaços, melhore a limpeza, a iluminação, a segurança, os acessos e incentive novos serviços de restauração, lazer e animação.<br>

<h3><strong>Um plano de ação para a cidade de Benguela</strong></h3><br>

Um plano que recupere a identidade da cidade, valorize os quintais, os jardins, as acácias, os passeios, as praças, os monumentos, a Praia Morena e os espaços públicos.<br>

Uma cidade turística deve ser agradável para quem a visita, mas, acima de tudo, deve ser agradável para quem nela vive.<br>

<h3><strong>Um plano de ação para a Baía Azul</strong></h3>

Um plano que reconheça a importância da comunidade local, mas que não coloque sobre os moradores toda a responsabilidade de gerir um dos principais destinos balneares da província.<br>

É necessário organizar os acessos, os estacionamentos, a limpeza, a fiscalização, os resíduos, as atividades comerciais, a segurança e a proteção ambiental.<br>

<p><br></p>
<p><br></p>Estes três planos devem ter objetivos claros, metas mensuráveis, prazos, responsabilidades definidas e ações que possam ser executadas de forma faseada.<br>

Devem envolver o Governo Provincial, as administrações municipais, o setor privado, as associações, as comunidades locais e a sociedade civil.<br>

<h3><strong>O turismo não vive apenas de hotéis</strong></h3><br>

Porque o turismo não vive apenas de hotéis.<br>
<ul>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de cidades agradáveis.</li>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de praias cuidadas.</li>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de espaços públicos bem tratados.</li>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de bons serviços.</li>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de experiências memoráveis.</li>
    <li style="margin-left: 60px;">

        Vive de pessoas.</li>
</ul>

<p><br></p>Benguela continua a ter tudo para ser uma das grandes referências turísticas de Angola.<p><br></p>Tem localização, história, praias, cultura, gastronomia, capacidade hoteleira, acessos rodoviários, caminhos de ferro e um aeroporto com potencial para servir toda a região.<br>

Mas o tempo começa a jogar contra nós.<p><br></p><br>

<h3><strong>Queremos continuar a viver da memória da Benguela que já fomos, u</strong><strong>u queremos finalmente construir a Benguela que ainda podemos ser?</strong></h3>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/benguela-que-provincia-queremos.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Being a Woman]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles11/Prancheta6copia_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>To be a woman is to play various roles: now she is a housewife, wife, mother of family.</p><p><br></p>
<meta charset="utf-8"><strong>Being a Woman means playing several roles: <p><span style="font-size: 14px; font-family: Helvetica, sans-serif, Arial;">- sometimes she is a housewife, wife, mother of the family,</span></p></strong>
<p>-<span style="font-size: 14px; font-family: Helvetica, sans-serif, Arial;">now she faces the so-called double working day, it is the professional, working at home and outside it, it is the woman who fights to have an effective participation in the society of which she is a member who deserves respect, recognition and admiration every day.</span></p>
<br>
<p><br></p>
<hr id="null">
<h2>
    <font color="#e06666"><b>Seeking recognition and independence</b></font>
</h2>
<p>For a long time, women have been searching for their independence, their freedom, their own identity, their recognition on a daily basis<br>
    Every day should be used to recognize the merit and value of women.<br>
    Be the strong woman you want to see in the world!<br>
    Nothing compares to the beauty of women and nothing equals the charm they give to the world!<br>
    They fight for what they believe in, for those who strive every day for what they consider fair. Whether they are mothers or not, whether they are sisters or not, they are all wonderful!<br>
    They deserve all the proof of affection and affection, all the respect and love, all the truth, all the warmth. Women are joy, the most generous side of human beings and the engine of harmony between everyone in this world.<br>
    Women are strong. They endure the greatest pain so that life can continue.<br>
    Women are unique. Without women there would be no life in this world. </p>
<p><br></p>
<h2><br></h2>
<font color="#e06666"><strong><span style="font-size: 24px;">In this way, we want to pay tribute to women and recommend that this day be celebrated.</span></strong></font>
<img src="https://www.hoteisangola.com/media/images/destaques/Banner-top-data.jpg" style="width: 100%;">]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/ser-mulher.html</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Se desenvolvermos o turismo de forma sustentável e ética, podemos alavancar o país]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles/caotinha_thumb.jpeg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>Se desenvolvermos o turismo de forma sustentável e ética, podemos alavancar o país</p><strong><br>Se desenvolvermos o turismo de forma sustentável e ética, podemos alavancar os países”, acredita Amélia Cazalma</strong>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/desenvolvermos-turismo-forma-sustentavel-angola-.html</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 13:37:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[O Turismo Religioso na Província de Benguela]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles9/esttuanossasenhoradopopulo_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>Pertencente aos vários tipos de turismos, O turismo religioso pode ser entendido como atividade desenvolvida por uma ou por um grupo de pessoas que se deslocam para lugares longínquos ou próximos por motivos religiosos, ou para participarem de eventos com</p><strong>Artigo de:</strong>&nbsp;Manolo Gaspar (Estudante, 26&nbsp;anos)
<hr>
<strong>Pertencente aos vários tipos de turismos, O turismo religioso pode ser entendido como atividade desenvolvida por uma ou por um grupo de pessoas que se deslocam para lugares longínquos ou próximos por motivos religiosos, ou para participarem de eventos com significado religioso.</strong>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/turismo-religioso-provincia-benguela.html</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 11:17:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Reabilitação do Cine Monumental]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles9/monument_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>Todos sabemos ou já ouvimos histórias daquele que um dia foi um dos maiores atrativos que a cidade de Benguela já teve o famoso Cine Teatro Monumental que só de ouvir ou ler o nome uma sensação nostálgica consome aqueles que viveram a época de 1940 a 1990</p><strong>Artigo de:</strong>&nbsp;Manolo Gaspar (Estudante, 26&nbsp;anos)<hr>

<p style="text-align: justify;"><strong>Todos sabemos ou já ouvimos histórias daquele que um dia foi um dos maiores atrativos que a cidade de Benguela já teve o famoso Cine Teatro Monumental que só de ouvir ou ler o nome uma sensação nostálgica consome aqueles que viveram a época de 1940 a 1990 e para quem não sabe aproveita que aqui vai um trecho.</strong><br>
</p>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/reabilitacao-cine-monumental.html</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 09:16:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Benguela 405 Years]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles9/BENGUELA_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>On May 17, 2022, the city of Benguela marks 405 years of existence. In this article, we take you to discover Benguela and discover everything you don't yet know about our beautiful city.</p><strong>Article by:</strong> Mara Vanessa (Administrative Assistant, 29 years old)<hr>

<p class="MsoNormal"><strong>On May 17, 2022, the city of Benguela marks, 405
years of existence. In this article, we take you to discover Benguela and discover
everything you still don't know about our beautiful city.</strong><o:p></o:p></p>

<p><br></p>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/benguela-405-anos.html</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2022 09:37:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[What Young People Think of the City of Benguela]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles9/caotinha_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>Benguela is one of the 18 provinces of Angola, located in the central region of the country. Its capital is the city and municipality of Benguela. The province is made up of the following municipalities: BaíaFarta, Balombo, Benguela, Bocoio, Caimbambo, Catumbela, Chongor</p><strong>Article by:</strong>&nbsp;Manolo Gaspar (Student, 28 years old)<hr>

<p style="text-align: justify;"><strong>Benguela is one of the 18 provinces of Angola, located in the central region of the country. Its capital is the city and municipality of Benguela. The province is made up of the following municipalities: BaíaFarta, Balombo, Benguela, Bocoio, Caimbambo, Catumbela, Chongoroi, Cubal, Ganda and Lobito. It is limited to the north by the municipality of Catumbela, to the east by the municipalities of Bocoio and Caimbambo, to the south by the municipality of Baía Farta and to the west by the Atlantic Ocean.</strong></p>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/que-jovens-acham-cidade-benguela.html</link>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2022 09:53:00 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Virgin Acacias]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://destinobenguela.com/media/images/articles9/Benguela-SitePontosTuristicos_thumb.jpg" alt="Artigos de Opinião" /> <p>The city of Benguela, commonly known as the city of Red acacias, has great potential for activities and attractions for all ages. The problem, however, lies in the failure to manage resources and distribute them for their intended purpose.</p><strong>Article by:</strong> Nadir Costa (student, 18 years old)<hr>
<p><br></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The city of Benguela, commonly known as the city of Rubras acacias, has great potential for activities and attractions for all ages. The problem, however, lies in the failure to manage resources and distribute them for their intended purpose.</strong></p>]]></description>
		<link>https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/acacias-virgens.html</link>
		<guid isPermaLink="true">https://destinobenguela.com/en/noticias-destaques/artigos-opiniao/acacias-virgens.html</guid>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 14:28:00 +0000</pubDate>
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