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Fábrica de tecido em Benguela

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Fábrica de tecido em Benguela

Fábrica de tecido em Benguela retoma a produção renovada

A empresa têxtil Lassola, antiga África Têxtil, recomeçou quarta-feira a funcionar com a produção de toalhas, lençóis e cobertores, depois de um período de paralisação de 16 anos, escreveu a Angop.



A fábrica localizada no município de Benguela, que emprega 220 trabalhadores, vai fabricar anualmente 1,2 milhões de toalhas, 1,6 milhões de lençóis e 120 mil cobertores de algodão. O director industrial da Lassola, Yashima Moto, disse que, nesta primeira fase, a unidade vai produzir o fio necessário para o processo de fiação a partir de algodão importado de diversos países, asiáticos, europeus e africanos, esperando que, numa fase posterior, possa começar a utilizar algodão produzido em Angola. A empresa foi totalmente recuperada, processo que exigiu um investimento de 400 milhões de dólares, ampliada e modernizada com equipamento moderno, desde Março de 2012, criando 1.200 postos de trabalho directos, o triplo do número de trabalhadores despedidos em 2000. A produção da fábrica destina-se ao mercado interno, dado que Angola ainda importa grandes quantidades de produtos têxteis. A fábrica está a utilizar maquinaria de origem japonesa que permite à África Têxtil reiniciar a fiação de algodão na ordem das 11 mil toneladas por ano. O projecto engloba as unidades fabris Textang II (Luanda) e Satec (Dondo). Com naves de fiação de algodão, tecelagem e acabamentos, a fábrica contribui, em paralelo com mais duas unidades ainda em recuperação e modernização - Satec no Dondo, província do Cuanza Norte e Textang em Luanda - para a redução das importações de produtos têxteis. As fábricas de Luanda e do Dondo vão produzir tecidos para a confecção de vestuário, enquanto a de Benguela produz cobertores, lençóis e toalhas. Apesar de ter sido inaugurada em 1974, a África Têxtil iniciou a sua actividade fabril apenas em Abril de 1977, devido aos acontecimentos que marcaram Angola antes e depois da Independência, em 1975, voltou a paralisar em 1998 e a sua falência foi declarada em 2000.

Fonte: www.jornaldeangola.sapo.ao/

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